Re/vis-à-vis/ta.
A lida cotidiana do design gráfico.

Disponibilizo neste espaço algumas discussões sobre o design gráfico. Como introdução, trago o projeto de dissertação que desenvolvi sob a orientação do Prof. Dr. Paulo B.

Em linhas gerais, o estudo propõe dar a conhecer as intrincadas relações entre cultura e design gráfico. Discutir o papel do designer gráfico na sociedade contemporânea a partir da investigação sistematizada dos artefatos como meio para promover e potencializar o capital cultural de um indivíduo. A dissertação reivindica uma suposta função sociocultural do design gráfico enquanto instrumento catalisador da cognição humana. Explora o poder de significação dos artefatos ao evidenciar a dimensão qualitativa dos projetos e procura estabelecer parâmetros para a avaliação do “bom design”. Como objeto empírico, é analisada a revista serrote. A publicação periódica subsidia a construção das bases conceituais que compatibilizam a qualidade do projeto de design gráfico e o desenvolvimento das inteligências humanas.

Ao estabelecer a correlação existente, ainda que contingente, entre o design gráfico da revista serrote e o desenvolvimento do pensamento, a pesquisa esclarece que a experiência no uso dos artefatos promove, dentre outros, a apropriação, compatibilização, articulação e metamorfose dos sentidos configurados no projeto. Com isso, visa alcançar o entendimento de que o artefato de design gráfico – na forma de dispositivos gráfico-editoriais – promove uma ambígua reflexividade no usuário-leitor.

Eu me desculpo por quaisquer erros de digitação, ortografia ou linguagem existentes. Caso encontre algum, por gentileza me comunique pelo eu(at)amodesign.com.br. Se desejar fazer o download, aqui está [pdf].